Tradução EN-PT – 1800 palavras

Texto Original:

The U.S. Environmental Protection Agency (EPA) decided on July 18 to keep the pesticide chlorpyrifos on the market, despite numerous studies linking it to brain disorders in children. In a move cheered by chemical manufacturers and agribusiness firms, the agency said there wasn’t enough evidence to tie chlorpyrifos to neurological defects, contradicting the scientific consensus and the EPA’s own research, which recommends that the substance be banned.

“By allowing chlorpyrifos to stay in our fruits and vegetables, Trump’s EPA is breaking the law and neglecting the overwhelming scientific evidence that this pesticide harms children’s brains,” Patti Goldman, a lawyer for Earthjustice, said in a statement (referring to laws in states like Hawaii that ban the chemical’s use). Earthjustice is one of several groups that challenged the EPA in court over the use of the chemical.

The chemical’s producers and boosters say farmers rely on pesticides like chlorpyrifos to keep insects off their crops, and they question the damaging evidence.

Chlorpyrifos, patented by Dow Chemical, is a nerve agent that disrupts an enzyme necessary for proper nerve functioning. 

For ants crawling up a corn stalk, this usually means a quick death. For workers who handle pesticides, their kids, and kids pawing unwashed fruit in the produce aisle, it can mean an increased risk of memory loss, attention disorders, learning disabilities, and related problems. Research has shown that exposure to even small amounts of chlorpyrifos can slow children’s brain development. 

What’s more, the chemical belongs to a family of highly toxic substances known as organophosphates, which, studies have shown, increase the risk of autism.

Texto Traduzido:

A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, no dia 18 de Julho, decidiu pela manutenção da comercialização do pesticida Clorpirifós, apesar dos inúmeros estudos relacionando a utilização do pesticida à problemas neurológicos em crianças. A Agência afirmou não haver evidências suficientes da relação entre o pesticida e os problemas neurológicos. A decisão agradou aos produtores e agricultores e, ao mesmo tempo, contradisse os próprios estudos realizados pela Agência e o consenso entre os cientistas que indicavam a proibição da substância. 

Ao autorizar a presença do pesticida nas frutas e nos vegetais, a Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos, liderada pelo governo Trump, infringe as leis e ignora as evidências dos estudos científicos. As evidências provam que há relação entre a utilização do pesticida e aparecimento de doenças neurológicas em crianças.  A advogada do movimento “Earth Justice”, Patti Goldman, foi a público defender, baseada nas leis em estados como o Havaí que proíbem os pesticidas, que o movimento é um dos muitos a processar a Agência. 

A defesa dos produtores dos agentes químicos, é que a utilização dos pesticidas é importante para proteger o cultivo do ataque de pragas. Eles também questionam as evidências que correlacionam a utilização dos pesticidas à doenças neurológicas. 

O Clorpirifos é um agente que atua sobre enzimas fundamentais para o funcionamento correto do sistema nervoso.  O químico é patenteado pela Dow Chemical. 

Os efeitos são diversos, em insetos, por exemplo, significam uma morte rápida. Já para os trabalhadores e suas famílias os efeitos pode incluir: aumento do risco de perda de memória, problemas de atenção, de aprendizagem dentre outros. Estudos comprovam que até uma pequena exposição ao químico pode reduzir a velocidade de desenvolvimento do cérebro em crianças. 

Por fim, estudos comprovam que, o químico que pertence à família de organofosforados, pode aumentar as chances do aparecimento de autismo. 

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